quinta-feira, 25 de outubro de 2007

Aprender e ensinar com jogos

Aprender e ensinar com jogos

25/Outubro/2007 | Ana Fausta

Sabemos que em qualquer profissão, e ou, trabalho é fundamental que tenhamos prazer em realizar tal atividade. Na Educação é extremamente necessária esta troca entre professor/aluno para que o processo de ensino aprendizagem tenha sucesso.

Existem diversas formas de ensinar, porém, é comprovado que ensinar de forma lúdica se torna a aula mais prazerosa e proveitosa. Uma das formas lúdicas de ensinar é com jogos. Com jogos podemos trabalhar todas as disciplinas e conteúdos, de forma que envolva os alunos como sujeitos, construtores de seus conhecimentos, podendo também levar em consideração o seu conhecimento de mundo e experiências.

Além de aprender com jogos, os alunos interagem com o professor de forma amigável, com a troca de saberes, não sendo necessárias premiações, mais somando experiências e fundamentalmente a socialização.

Sabemos que existem diversos tipos de jogos, os competitivos, os livres, os dirigidos, etc. Podemos usar de todas as formas de jogos para ensinar, pois mesmo os competitivos estariam estimulando os alunos à participação, mais como trabalhar com jogos em sala de aula? Não é um bicho de sete cabeças, pois os alunos gostam, e sentem prazer neste estilo de aula, onde, por exemplo: “Trabalhando verbos na língua Portuguesa, pode-se fazer a competição de conjugação dos verbos, ou, pode-se confeccionar juntamente com os alunos as fichas com os verbos conjugados e depois pedir aos alunos que preencham o quadro de conjugação.” Percebemos que é de ambas as partes uma aula inovadora, participativa, e, sobretudo, prazerosa; quem não gosta de matemática passa a gostar com joguinhos, competições de tabuada, tabuada cantada, etc. Segundo Kami, trabalhar com jogos implica em envolver o aluno a própria construção de seu conhecimento.

A meu ver não há sombra de dúvidas, trabalhar em sala de aula com jogos é uma estratégia enriquecedora do processo de ensino-aprendizagem, onde todos os envolvidos no processo, trocam práticas, saberes, experiências de forma lúdica e prazerosa.

(*) Ana Fausta Holanda N. Zaben, pedagoga, especializada em Planejamento Educacional, professora da Rede Municipal de Educação

Fonte: http://www.atribunamt.com.br/?p=11260

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